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encontros USINA 25: arquitetura como prática política

17/8/2015

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Realizado em parceira com a Casa do Povo, o quinto encontro do Projeto USINA 25 se propõe a pensar a dimensão política da atuação de arquitetos e urbanistas.

Levando em conta as questões colocadas por Sérgio Ferro no célebre ensaio "O canteiro e o desenho" (publicado em 1976), pretende-se problematizar as potencialidades e as contradições do exercício profissional da Arquitetura e do Urbanismo num tipo específico de canteiro: o mutirão autogerido.

Pela distância que tenta estabelecer em relação às formas de produção habituais, este tipo de canteiro permite a experimentação de relações de trabalho e formas arquitetônicas distintas na produção de habitação e espaços coletivos para os trabalhadores. Por outro lado, estas inovações são permanentemente tensionadas por circunstâncias desfavoráveis que impõem a estas experiências uma série limites e contradições.

Participam da conversa a arquiteta Isadora Guerreiro e os arquitetos João Marcos de Almeida Lopes, Flávio Higuchi e Ícaro Vilaça (mediação).

O evento é gratuito e não é necessário fazer inscrição. Para acompanhar as próximas ações do Projeto USINA 25, deixe seu email aqui. 

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SOBRE OS CONVIDADOS


JOÃO MARCOS DE ALMEIDA LOPES - É livre-docente pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (IAU USP). Professor do IAU USP e Pró-reitor Adjunto de Cultura da USP, João Marcos é um dos fundadores da USINA e até hoje participa – atuando agora como consultor – de atividades desenvolvidas pela assessoria junto aos movimentos sociais.

ISADORA GUERREIRO - Arquiteta e urbanista formada na FAUUSP, trabalhou junto aos movimentos populares de luta pela moradia em São Paulo desde seu ingresso na graduação. Ingressou na USINA CTAH em 2005, onde desenvolveu atividades de formação política ligada ao urbano como parte dos esforços dos moradores da Favela Jardim Panorama em resistir ao enfrentamento com o Shopping Cidade Jardim, vizinho à comunidade. Entre 2006 e 2012, acompanhou todo o processo de projeto, aprovação e execução de obra da Comuna Urbana Dom Hélder Câmara, primeiro empreendimento urbano do MST em Jandira (SP). Após este período fez parte da equipe de projeto para a Associação Piquiá de Baixo (em Açailândia - MA). Integrou a coordenação da USINA CTAH entre 2008 e 2013, primeiro como coordenadora financeira (2008-2011) e depois como coordenadora geral (2012-2013). Afastou-se das atividades cotidianas da assessoria em 2014, para se dedicar ao doutorado e ao ensino.

FLÁVIO HIGUCHI - Arquiteto e Urbanista formado pela Unicamp, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAU USP. É membro do Conselho Municipal de Habitação de São Paulo. Entre junho de 2012 e setembro de 2013, integrou a missão do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) na Venezuela.

ÍCARO VILAÇA - Arquiteto e urbanista formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (FAU UFBA) e mestrando em História e Fundamentos Sociais da Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP). Desde 2013, tem atuado em diversos projetos culturais relacionados ao campo da Arquitetura e do Urbanismo, a exemplo do projeto WELTSTADT, cujo conteúdo integrou a contribuição da Alemanha para a X Bienal de Arquitetura de São Paulo.


RESUMO DA ATIVIDADE


Arquitetura como prática política: canteiro e desenho nos mutirões autogeridos

– com João Marcos de Almeida Lopes, Isadora Guerreiro, Flávio Higuchi e Ícaro Vilaça (mediação)

Quarta-feira, 19/08 às 19h

Casa do Povo. Rua Três Rios, 252 – Bom Retiro. Próximo ao Metrô Tiradentes.

O evento é gratuito e não é necessário fazer inscrição.


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encontros USINA 25: processos participativos e a construção de autonomia

7/8/2015

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Realizado em parceria com o Instituto Casa da Cidade, o quarto encontro do Projeto USINA 25 será dedicado a pensar o papel dos processos participativos na busca pela construção de autonomia na produção de moradia pelos setores populares organizados.

A partir de um breve resgate histórico sobre o papel desses processos desde a redemocratização do país, se pretende contextualizar o debate em torno de suas contradições e problematizar o termo "participação", destacando seus limites e potencialidades.

A conversa será realizada na Casa da Cidade e contará com a participação de Elaine Rosa (União dos Movimentos de Moradia), Maiári Iasi (Assessoria Técnica USINA CTAH), Rafael Pereira (Assessoria Técnica Peabiru TCA) e será mediada por Edilson Mineiro (UMM/ Casa da Cidade).

O evento é gratuito e não é necessário fazer inscrição. Para acompanhar as próximas ações do Projeto USINA 25, deixe seu email aqui.

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SOBRE OS CONVIDADOS

ELIANE ROSA - Coordenadora do Mutirão City Jaraguá. Possui graduação em Ciências Sociais pelo Centro Universitário Fundação Santo André (1998) e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (2012).

MAIÁRI IASI - Arquiteta e Urbanista formada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Trabalhou em projetos de restauro e preservação do patrimônio histórico em Santa Catarina e São Paulo. Integra a USINA CTAH desde 2014.

RAFAEL PEREIRA - Arquiteto e Urbanista formado pela FAU USP e mestrando pela mesma instituição. Tem experiência em projetos ligados à habitação de interesse social, urbanização e regularização fundiária de assentamentos precários e assessoria técnica a movimentos populares urbanos e rurais; e também na área de pesquisa acadêmica nesse mesmo campo. Atua na assessoria técnica Peabiru - Trabalhos Comunitários e Ambientais.

EDILSON MINEIRO - É presidente do Instituto Casa da Cidade. Advogado, especialista em Direito Urbanístico, assessor de movimentos de moradia. Atua desde 1994 na fiscalização, formulação e execução da políticas de habitação de interesse social. Foi assessor da Presidência da COHAB/SP (2001-2004), Coordenador de Habitação da Prefeitura Municipal de Suzano (2005-2012) e assessor do vereador Nabil Bonduki, oportunidade que integrou a equipe técnica do atual Plano Diretor de São Paulo.  


RESUMO DA ATIVIDADE

Processos participativos e a construção de autonomia

– com Elaine Rosa, Maiári Iasi, Rafael Pereira e Edilson Mineiro (mediação)

Quarta-feira, 12/08 às 19h.

Casa da Cidade – Rua Rodésia, 398 (Vila Madalena).

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encontros USINA 25: capacetes coloridos

4/8/2015

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O terceiro encontro do Projeto USINA 25 será dedicado à exibição e debate do filme Capacetes Coloridos (2007). 


Ao traçar um paralelo entre o canteiro de obras da ampliação do campus da USP Leste e o canteiro do mutirão autogerido da Associação Paulo Freire, ligada ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra Leste 1, o documentário traz à tona uma série de questões sobre o fazer arquitetônico na periferia do sistema capitalista.


Após a exibição do filme, haverá um debate com a participação de Paula Constante (diretora), Tiarajú Pablo D'Andrea (compositor da trilha sonora original e colaborador no argumento do filme) e Cristiane Lima (liderança do movimento de moradia e uma das mutirantes entrevistadas no filme). A conversa será mediada pelo cientista social Sandro Barbosa.

O evento é gratuito e não é necessário fazer inscrição. Para acompanhar as próximas ações do Projeto USINA 25, deixe seu email aqui.


TRAILER_#01 Capacetes Coloridos from Paula Constante on Vimeo.


SOBRE OS CONVIDADOS


PAULA CONSTANTE - É diretora de cinema pela Academia Internacional de Cinema, tendo dirigido o filme "Capacetes Coloridos" (2007). Além disso, é mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP), onde também cursou a graduação em Arquitetura e Urbanismo.

TIARAJÚ PABLO D'ANDREA - É sociólogo e músico. Trabalhou na USINA CTAH entre 2006 e 2009, tendo atuado como educador popular no Mutirão Paulo Freire (Cidade Tiradentes, São Paulo - SP). A partir desta experiência, compôs a trilha sonora do documentário “Capacetes Coloridos” (2007), que resultou no CD homônimo. Pela USINA, Tiarajú também trabalhou nas favelas Real Parque e Jardim Panorama. A partir dessa experiência, desenvolveu a pesquisa de mestrado: “Nas Tramas da Segregação: O Real Panorama da Pólis”, em 2008, no Departamento de Sociologia da USP. Em 2013 defendeu sua tese de doutorado: “A formação dos sujeitos periféricos: cultura e política na periferia de São Paulo”, também pelo Departamento de Sociologia da USP. Em 2015 lançou seu segundo CD, “Latinoamerisamba”.

CRISTIANE LIMA - É coordenadora da União dos Movimentos de Moradia (UMM). Foi mutirante e coordenadora do Mutirão Paulo Freire, o primeiro grupo do movimento popular a assinar o contrato para uma obra em autogestão desde o final da gestão Luiza Erundina, em 1992.

SANDRO BARBOSA - É cientista social pelo Centro Universitário Fundação Santo André (CUFSA) e mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Paulo, Campus Guarulhos (UNIFESP). Concluiu em julho de 2011 o curso de extensão e especialização em Economia Solidária e Tecnologia Social na América Latina na Pós-Graduação do Instituto de Geo-Ciências da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua na área de Educação Popular da USINA CTAH.


RESUMO DA ATIVIDADE

Capacetes coloridos: exibição e debate após o filme

– com Paula Constante, Tiarajú Pablo D'Andrea, Cristiane Lima e Sandro Barbosa (mediação)

Sábado, 08/08 às 17h.

Matilha Cultural. Rua Rego Freitas, 542. Próximo ao Metrô República.



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as mulheres e o mutirão

2/8/2015

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O segundo encontro do Projeto USINA 25 foi dedicado ao debate a respeito do papel das mulheres nos processos de luta pela moradia – seja enquanto técnicas, militantes ou mutirantes.

Participaram da conversa, realizada na sede do bloco Ilú Obá De Min, as arquitetas Joana Barros e Heloísa Rezende e a militante do movimento de moradia Rose Queiroz. O encontro foi mediado pela jornalista Sabrina Duran.

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folheto sobre o trabalho da USINA

1/8/2015

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Em 2003, a equipe da USINA produziu um folheto apresentado o trabalho da assessoria. O último exemplar deste folheto foi digitalizado recentemente pela equipe do Projeto USINA 25.

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